segunda-feira, 16 de março de 2015

E

Os mangás que eu estava lendo. Era disso que eu queria falar.
Ultimamente tenho encontrado uns mangás bem legais, tipo Watashi ni xx Shinasai (há controvérsias) e Love so Life (não deixo as controvérsias 'haverem'). Os dois são romances e os dois são diferentes, entre si e dos outros do gêneros. 
Eles são menos estereotipados.

Watashi ni é shoujo, acho que é desenhado por uma mulher, e é ecchi! Qual foi o último mangá shoujo ecchi bem desenhado que a gente viu por aí? E ainda é desenhado por uma mulher. É raro mulheres assumirem esse tipo de postura, de escrever, de falar, de desenhar "putaria".
Aí aqui a gente entra em um tipo de postagem AB: onde eu falo que quero ser assim. Uma escritora capaz de escrever putaria que funciona.
Voltando... 
Watashi ni tem uma maneira de existir diferente de outros shoujos e eu gosto muito disso nele. Eu gosto das cenas picantes também, vide Desire Climax. 
O mangá também tem problemáticas que me atingem. Por exemplo, que me fazem lembrar dos romances da minha vida. Eu passei por uma situação quase igual a da Yukina com o sensei, o Akira e o Shigure: no meio de três garotos que são necessários na minha vida, que estavam apaixonados por mim (ou quase isso) e eu não sabia o que fazer, de que forma eu gostava de cada um deles, como responder às várias situações que surgiam.
Depois eu fiquei com tanta pena da Yukina. TwT Por que o Hisame é tão implicante? 
Enfim.

A outra coisa é a família. 
O que é uma família? Para mim, mais do que as pessoas que são ligadas a você por sangue, a família são aquelas pessoas que te amam, que estão sempre com você, com quem você pode contar.
E é isso que Love so Life virou: uma família constituída pelos gêmeos, o tio por parte de pai deles e a babá, que não tem ligação nenhuma com as famílias do pai e da mãe das crianças, e nem com ninguém já que todos os parentes dela estão mortos... 
Mas a história me toca não por ter uma relação com coisas que eu já vivi, me emociona porque me emociona. A história é linda, cheia de amor! Não só amor romântico, mas amor fraternal, e, o melhor de tudo, a descoberta do amor. 
Também tem o crescimento dos bebês. A Akane sendo a Akane, comendo tudo e sentindo fome nos piores momentos, gritando, ficando super empolgada em fazer qualquer coisa e chorando de frustração. O Aoi, que é tão caladinho mas no fundo é super preocupado e responsável. Que tem as atitudes mais impressionantes, que é adulto nos momentos mais inesperados e fraco com pressão. 
Eles são tão fofos *w*

Acho que eu acabei.
Mangás são lindos.

Na real, queria colocar essa postagem como B... Mas não é bem um B, é perto dele, então B e meio? 
No final eu decidi que era diferente o suficiente para ser um E, então...

domingo, 8 de março de 2015

D

Meio que continuando de onde eu parei na postagem anterior mas... esse não o momento em que eu deveria fazer isso. 
O que eu faço? Eu me sinto tão inútil. Sério, em momentos como esse eu queria me sentir mais adulta, menos tonta, queria saber o que fazer. É tão triste não poder fazer nada por pessoas que eu amo tanto e nos momentos que elas mais precisam. 
Há muito tempo eu soube que tenho um limite. Um limite que é o mesmo das minhas experiências... até certo ponto eu consigo falar coisas que fazem sentido e que podem ajudar ou pelo menos contribuir com alguma coisa. Mas depois a minha atitude despreocupada começa a aparecer e fico fazendo piadinhas idiotas ou tentando falar sobre coisas que eu só imagino como sejam, que eu nunca vivi e muito menos observei. 
Já criei problemas para outras pessoas por causa disso. E eu nem entendia que era preciso se desculpar por isso. Aliás, eu nem mesmo entendia no que eu estava errada. 
Eu não sirvo para falar com as pessoas em momentos sérios. Desculpem-me.

quarta-feira, 4 de março de 2015

D

Por mais que eu queira, que eu busque aquele futuro improvável e difícil de alcançar, que eu diga a mim mesma para se sentir motivada, esquecer as coisas ruins e seguir em frente sem se importar tanto com as coisas menos importantes... eu não consigo.
Me sinto frustrada, deprimida, amuada, chateada... sinto falta de mim, de ser animada, entusiasmada, sorridente e despreocupada. É lógico que eu sei que viver de uma forma despreocupada não é legal, mas viver embaixo de uma montanha de preocupações ajuda quem? É bom de que forma?
Não gosto disso, mas me sinto tão desanimada que não sei o que fazer. Nada é bom o suficiente, nada é importante o suficiente, e aquelas coisas simples como não ir a aula que antes me deixavam com a consciência pesada hoje não têm mais importância. 
O que será que me trouxe a esse ponto? Por que será que me sinto assim? Por que tão desanimada e depressiva? 
Não sei.

Não tenho vontade de fazer mais nada. Meus motivos não são mais tão bons quanto um dia foram. Hoje eles já são sonhos além do meu alcance ou apenas um pensamento louco que eu não posso cumprir. Ficaram distantes da realidade. E que merda de realidade.
Não sei o que fazer.