Os mangás que eu estava lendo. Era disso que eu queria falar.
Ultimamente tenho encontrado uns mangás bem legais, tipo Watashi ni xx Shinasai (há controvérsias) e Love so Life (não deixo as controvérsias 'haverem'). Os dois são romances e os dois são diferentes, entre si e dos outros do gêneros.
Eles são menos estereotipados.
Watashi ni é shoujo, acho que é desenhado por uma mulher, e é ecchi! Qual foi o último mangá shoujo ecchi bem desenhado que a gente viu por aí? E ainda é desenhado por uma mulher. É raro mulheres assumirem esse tipo de postura, de escrever, de falar, de desenhar "putaria".
Aí aqui a gente entra em um tipo de postagem AB: onde eu falo que quero ser assim. Uma escritora capaz de escrever putaria que funciona.
Voltando...
Watashi ni tem uma maneira de existir diferente de outros shoujos e eu gosto muito disso nele. Eu gosto das cenas picantes também, vide Desire Climax.
O mangá também tem problemáticas que me atingem. Por exemplo, que me fazem lembrar dos romances da minha vida. Eu passei por uma situação quase igual a da Yukina com o sensei, o Akira e o Shigure: no meio de três garotos que são necessários na minha vida, que estavam apaixonados por mim (ou quase isso) e eu não sabia o que fazer, de que forma eu gostava de cada um deles, como responder às várias situações que surgiam.
Depois eu fiquei com tanta pena da Yukina. TwT Por que o Hisame é tão implicante?
Enfim.
A outra coisa é a família.
O que é uma família? Para mim, mais do que as pessoas que são ligadas a você por sangue, a família são aquelas pessoas que te amam, que estão sempre com você, com quem você pode contar.
E é isso que Love so Life virou: uma família constituída pelos gêmeos, o tio por parte de pai deles e a babá, que não tem ligação nenhuma com as famílias do pai e da mãe das crianças, e nem com ninguém já que todos os parentes dela estão mortos...
Mas a história me toca não por ter uma relação com coisas que eu já vivi, me emociona porque me emociona. A história é linda, cheia de amor! Não só amor romântico, mas amor fraternal, e, o melhor de tudo, a descoberta do amor.
Também tem o crescimento dos bebês. A Akane sendo a Akane, comendo tudo e sentindo fome nos piores momentos, gritando, ficando super empolgada em fazer qualquer coisa e chorando de frustração. O Aoi, que é tão caladinho mas no fundo é super preocupado e responsável. Que tem as atitudes mais impressionantes, que é adulto nos momentos mais inesperados e fraco com pressão.
Eles são tão fofos *w*
Acho que eu acabei.
Mangás são lindos.
Na real, queria colocar essa postagem como B... Mas não é bem um B, é perto dele, então B e meio?
No final eu decidi que era diferente o suficiente para ser um E, então...